quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Olha só essa ideia criativa para fazer uma Árvore de Natal.

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Ficou linda, não acharam?



segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Mundo precisa de cortes de emissões sem precedentes até 2050

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Taxa nunca foi alcançada nos últimos 50 anos
O mundo vai ter de cortar as taxas de emissões de carbono em um nível sem precedentes até 2050, para evitar que temperaturas globais subam mais que 2 graus centígrados neste século, de acordo com relatório da PricewaterhouseCoopers (PwC) divulgado hoje.
O índice anual de Economia de Baixo Carbono da empresa de consultoria examinou o progresso de economias desenvolvidas e emergentes na redução de suas intensidades de carbono, ou suas emissões por unidade de seus PIBs.
Temperaturas globais já subiram 0.8 Cº sobre níveis pré-industriais. Quase 200 nações concordaram nas conversações da ONU em 2010 em limitar o aumento de temperatura, para evitar impactos perigosos da mudança do clima.
A intensidade de carbono terá de ser cortada em 5% ao ano para atingir aquela meta, diz o estudo. Isto se compara com uma taxa anual de 0.8% de 2000 a 2011.
“Por conta deste lento início, a intensidade global de carbono agora precisa ser cortada em uma média de 5.1% por ano de agora a 2050. Esta taxa de redução não foi conseguida nos últimos 50 anos,” acrescentou o trabalho.
Cientistas do clima advertem que a chance de limitar o aquecimento está se tornando menor. As emissões globais aumentaram 3% em 2011, atingindo um recorde, de acordo com a Agência Internacional de Energia.
Mesmo que a taxa de 5% seja alcançada no longo prazo, a descarbonização não terá progresso imediato, o que significa que cortes futuros terão de ser ainda maiores.
“Mesmo com o dobro de nossa taxa atual de descarbonização, isto ainda iria levar a emissões consistentes com um aumento de 6Cº no final do século,” afirma Leo Johnson, diretor de sustentabilidade e mudança do clima da PwC. “Para termos uma chance de mais de 50% de evitarmos os 2Cº, precisaríamos aumentar em seis vezes aquela taxa.”
De acordo com o estudo, países europeus têm a taxa mais alta de descarbonização, com Grã-Bretanha, França e Alemanha exibindo cortes de intensidade de mais de 6% em 2010-2011.
“Uma ironia é que uma razão chave para o uso menor de energia foi um inverno mais suave na região. Tanto o Reino Unido quanto a França tiveram aumento de geração de energia nuclear de baixa emissão, mas a saída da Alemanha deste mercado se refletiu em um declínio relativamente menor de emissões,” diz o relatório. Os Estados Unidos tiveram uma diminuição de 3.5% na intensidade de carbono em 2011, o que se deve em grande parte à transição para o gás de xisto e à eliminação progressiva do carvão, e a veículos mais eficientes.
A descarbonização na China e na Índia na última década parece ter estacionado, enquanto que a da Austrália cresceu em 6.7% no ano passado.
A ONU irá promover no final deste mês no Qatar a próxima rodada de conservações sobre o clima, na qual serão supostamente discutidos modos de melhorar as metas, informa aReuters.
Foto: UN Photo/F Botts

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

As 5 dimensões da sustentabilidade organizacional

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Paul Dinsmore comenta, em artigo, o tema de sua palestra naMostra de Conteúdos e Soluções da HSM ExpoManagement 2012

As boas ideias não dependem de hierarquia. Elas vêm das pessoas que estão mais atentas às necessidades de uma organização. Por isso, sua valorização é fundamental para o bom andamento de uma empresa. Diante da globalização e das crescentes demandas de sustentabilidade, o que se vê é que o cliente está exigindo, cada vez mais, respostas claras a tais diretrizes.

Para tanto, as empresas precisam internalizar o conceito em suas atividades. O Teal®360 (Treinamento Experiencial ao Ar Livre) foi planejado para auxiliar nesse processo. Os elementos e dificuldades estão ali para ajudar na construção de uma cultura sustentável entre os colaboradores.

O treinamento é fundamentado em símbolos da bandeira da Sustentabilidade Empresarial como o “Visão 2050”, documento elaborado pelo World Business Council for Sustainable Development, que estabelece ações que garantam a qualidade de vida sem comprometer as futuras gerações. A partir disso, a Dinsmore Associates traçou a filosofia do treinamento, representada por cinco dimensões: Indivíduo, Relacionamento, Organização, Meio Ambiente e Inovação e Criatividade. Tudo ligado ao conceito de que uma empresa sustentável mantém o equilíbrio profissional e organizacional. Cada uma destas dimensões tem suas bases:

• Indivíduo: autoconhecimento, perfil, capacitação e desenvolvimento, saúde, relações, foco holístico (que abrange as áreas emocional, intelectual, física, intuitiva/espiritual) e planejamento de vida;
• Relacionamento: gerenciamento urbano controlado, comunidades, inclusão interpessoal e em grupos, empreendedorismo;
• Organização: perpetuidade, sobrevivência e prosperidade, mercados, cultura, liderança global, local e empresarial e responsabilidade sobre sustentabilidade;
• Meio Ambiente: equilíbrio, reciclagem, simbiose, transformação e recursos naturais;
• Inovação e criatividade: Cadeias de valores e simetrias.
O objetivo do treinamento é tirar o participante de sua zona de conforto e, por meio de atividades coletivas e desafiadoras, mostrar que trabalho em equipe e comunicação afinada são essenciais para o desenvolvimento, seja ele pessoal ou profissional. A proposta é provocar transformação individual e organizacional, sensibilização para a sustentabilidade com lucratividade, consciência para reinvenção do negócio sustentável e sensibilização para a saúde sistêmica.

Uma das filosofias do produto também está baseada nos conceitos da evolução da ECO 92 / Rio+20, que é de uma sociedade mais justa, ecologicamente correta, economicamente viável e culturalmente diversificada. Diante de sua complexidade, o treinamento busca provocar mudança cultural e comportamental no sentido de conciliar os interesses de pessoas, o planeta e a prosperidade das organizações.

Introduzido no Brasil em 1992, o treinamento é baseado em atividades ao ar livre que trabalham questões físicas, emocionais e cognitivas, com aplicação no cotidiano, estimulando nos participantes o desenvolvimento de competências de gestão de crise, liderança, trabalho em equipe e comunicação.

O desenvolvimento conceitual da aprendizagem experiencial ao ar livre surgiu por volta de 1920, com o educador alemão Kurt Hanh. O reconhecimento viria anos mais tarde, na Inglaterra, onde Hanh se estabeleceu após a I Guerra Mundial. Os fundamentos teóricos do treinamento enfatizavam um exame não competitivo em suas atividades, fomentando a cooperação social e tentando criar um ambiente saudável para que a juventude reforçasse hábitos e valores importantes, como autodisciplina, iniciativa, memória, imaginação, criatividade e compaixão, entre outros. O modelo é, há algumas décadas, amplamente utilizado na Europa e Estados Unidos.

Paul Dinsmore é presidente da Dinsmore Associates. Conferencista e consultor empresarial na América do Norte, Ásia, África, América Latina, Europa e Brasil, é considerado referência internacional em gerenciamento de projetos e uma autoridade em gestão de mudança organizacional. É, também, autor de 20 livros, criador do Teal e precursor dos treinamentos outdoor oferecidos hoje no mercado. Recebeu os prêmios Distinguished Contributions Award e Fellow, concedidos pelo PMI-USA, que o credenciou como PMP (Project Management Professional).

fonte: Portal HSM

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

3º encontro da "Rede de Mulheres Brasileiras Líderes pela Sustentabilidade"

Compartilha Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente, abre o 3º encontro da "Rede de Mulheres Brasileiras Líderes pela Sustentabilidade", em SP, que reúne 200 representantes de grandes empresas e jornalistas. O publicitário Nizan Guanaes falou logo após a ministra: "Este é o século das mulheres! A tarefa do século é tornar o mundo mais sustentável. Não há ninguém mais adequado do que a mulher para realizá-la. Ela é a dona da casa (Terra) e pode realmente mudar o mundo". 

Foto: Mônica Nunes


Instituto Caturama de Sustentabilidade fez a alegria das crianças da Santa Luzia e Passagem Funda

Compartilha Instituto Caturama de Sustentabilidade fez a alegria das crianças da Santa Luzia e Passagem Funda


Da redação Nova Fronteira | Fotos arquivo Instituto Caturama


Visando criar um momento de diversão e alegria para as crianças atendidas pela Pastoral da Criança e suas famílias, o Instituto Caturama de Sustentabilidade, em parceria com a Pastoral da Criança, promoveu dois eventos em comemoração ao Dia da Criança.


Os eventos foram realizados no bairro Santa Luzia (zona urbana) e comunidade de Passagem Funda (zona rural), e contemplou 90 famílias e cerca de 200 crianças.



Entre as ações desenvolvidas esteve uma campanha de arrecadação de alimentos, roupas e brinquedos juntos aos seus parceiros. Para coroar este trabalho, no Dia das Crianças o Instituto Caturama organizou estes dois eventos que consistiram numa tarde de diversão para as crianças atendidas pela Pastoral da Criança nessas localidades, além de doação dos materiais arrecadados.


O Instituto Caturama de Sustentabilidade é uma organização não governamental, sem fins lucrativos e sem envolvimento político-partidário, fundada em 2012 na cidade de Barreiras, com o objetivo de mobilizar pessoas em prol da melhoria das condições de vida da população, tornando-se parceira na construção de uma sociedade mais justa e sustentável.

Para isso, propõe-se a realizar desde atividades mais pontuais como arrecadação e doação de alimentos, roupas e brinquedos, até o acompanhamento constante de famílias em situação de vulnerabilidade social e de entidades que necessitem de auxílio, assim como o desenvolvimento de projetos perenes nas áreas social, ambiental e cultural.

Amazontech e Vivo juntos pela sustentabilidade

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Com objetivo de arrecadar baterias e celulares descartados, a empresa de telefonia Vivo, uma das parceiras do Amazontech 2012, realiza no eventoação de impacto ambiental, intitulada Projeto Vivo Recicle seu Celular.
A empresa Vivo, disponibiliza dois postos de arrecadações, nos pavilhões de exposições da Cidade do Samba, das 16h às 22h, os aparelhos em desuso, baterias e acessórios, podem ser depositados nestes locais, pois terão destino adequado.
Os clientes credenciados à operadora estão recebendo um torpedo especial com a frase, “Vivo e Amazontech juntos pela sustentabilidade. Descarte seu celular usado, nas urnas do evento, no período de 13 a 17 de novembro”. Serão enviados 600 mil torpedos. No último dia 18 foram enviados os primeiros 200 mil torpedos para os clientes. Os próximos serão enviados nos dias 25 de outubro e 13 de novembro, sendo 200 mil torpedos a cada dia.
Para o gerente regional da Vivo no Amapá, Aldo Alves, participar da Amazontech é uma oportunidade para divulgar os serviços e produtos da empresa e também, para mostrar ao público iniciativas diferenciadas. “O Recicle Seu Celular é um dos nossos projetos que mais se destaca na área de sustentabilidade e está presente em todo o Brasil, com resultados muito positivos. Aqui em Macapá encontramos urnas de descarte, assim como em Laranjal do Jari”, disse o gerente regional da Vivo no Amapá, Aldo Alves.
Descarte de baterias e celulares coletados durante o Amazontech 2012 ganham ação do Projeto Vivo Recicle seu Celular, desenvolvido nacionalmente pela empresa, visando amenizar o lixo eletrônico e o impacto ambiental
Projeto Recicle seu Celular
Pensando em amenizar o lixo eletrônico o Instituto Vivo, criou em 2006, o Projeto Vivo Recicle seu Celular. Hoje existem no país mais de 3.600 pontos de coleta nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Distrito Federal, Goiás, Paraná, Santa Cantarina, Rio Grande do Sul, Sergipe, Acre, Amazonas, Amapá, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins.
Segundo balanço divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o número total de celulares comercializados no Brasil, chegou a 175,6 milhões, no mês de janeiro de 2010. A vida útil, em média, de um aparelho celular é de 18 meses, mas o que fazer com o eletrônico depois do tempo estipulado?
Até o fim de 2011, o programa já havia tirado de circulação mais de dois milhões de itens, sendo cerca de um milhão de aparelhos e o restante de baterias e derivados. Os pontos de coleta estão localizados nas próprias lojas da operadora, gerências administrativas e revendas. A loja própria da Vivo possui uma urna especial para esse descarte.
As lojas da empresa possuem urnas de recolhimento desse lixo que são feitos pelas empresas terceirizadas, Belmont Trading - Empresa especializada em reforma de componentes eletrônicos e em logística reversa global objetivando o reuso de materiais eletrônicos no mercado. Sipi Metals Corporation – Empresa especializada em reciclagem dos materiais eletrônicos, obtendo anualmente 12 toneladas de ouro, 200 toneladas de prata, 4 toneladas de platina, 2 toneladas de paládio e 10 mil toneladas de cobre, além da GM&C – Empresa de transporte especializada em logística reversa em todo território nacional.
Segundo a Vivo, a renda adquirida na venda desses materiais é diretamente revertida ao Instituto Ipê, e é investido em projetos de conservação da fauna e flora brasileiras e de nascentes de rios, desenvolvidos pelos projetos Mico-leão-da-cara-preta, Mico-leão-preto e Nascentes Verdes Rios Vivos, do Instituto Ipê.
Seja um cidadão consciente e leve seus aparelhos em desuso para as urnas de reciclagem durante o Amazontech.
 Amazontech
O Amazontech 2012 está projetado para um espaço de 45 mil m², o evento abrange a área do Complexo do Meio do Mundo, em Macapá e que abrange os espaços Monumento Marco Zero do Equador (Linha do equador), Escola Sambódromo de Artes Populares (Sambódromo) e a Cidade do Samba.
O evento é uma realização do Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), GEA (Governo do Estado do Amapá), Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e Unifap (Universidade Federal do Amapá), além de contar com o apoio da Caixa. O Amazontech dissemina a inovação e tecnologia junto aos negócios que atuam no ambiente amazônico, incluindo estratégias de mercado, políticas públicas, responsabilidade socioambiental e educação.
Fernanda Picanço

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Florestas vetadas

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Dilma dá o último passo no processo do Código Florestal e, com vetos parciais, consolida legislação que tem pouco de proteção e muito de devastação. Sociedade civil se mobiliza por lei popular do desmatamento zero.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anuncia o desmonte final do CódigoFlorestal. Foto: Agência Brasil
 
No apagar das luzes desta quarta-feira, o governo federal anunciou o veto parcial à Medida Provisória do Código Florestal, encerrando mais um capítulo de desmonte da legislação ambiental brasileira e passando um claro recado àqueles que por anos desmatam nossas florestas e apostam na impunidade: o crime valeu a pena.
“Apesar dos avisos de cientistas e estudiosos sobre o assunto, e da clara oposição de vários e diferentes setores da sociedade, Dilma escolheu o caminho do retrocesso ruralista. Durante todo o processo de desmonte da lei ambiental, o governo foi omisso ou foi conivente com a proposta do que existe de mais atrasado no agronegócio brasileiro”, diz Marcio Astrini, da campanha Amazônia do Greenpeace.
Daqui em diante, o país deixa de ter uma das legislações florestais mais modernas do mundo para dar lugar a uma lei sob medida para os interesses de um agronegócio ávido por expandir-se sobre áreas de floresta. A legislação virou uma colcha de retalhos em que o agronegócio – não a floresta – é a questão central. Além da anistia a desmatadores ilegais, a nova lei beneficia grandes latifúndios e traz brechas legais para mais devastação propositalmente deixadas na nova lei.
“A questão ambiental vive um de seus piores momentos sob a tutela do atual governo. Nunca vimos tantas más notícias vindas do Planalto em tão pouco tempo de gestão”, afirma Astrini.
Nos últimos dois meses, o desmatamento na Amazônia, maior floresta tropical do mundo, voltou a crescer, se comparado com o mesmo período do ano passado. Em agosto, houve um aumento de mais de 200% nas derrubadas. Nos últimos 50 anos, a Amazônia já perdeu mais de 720 mil km2, uma área equivalente à soma dos estados de Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.
Os problemas em relação à ofensiva de desmatamento sobre as florestas estão apenas começando. A bancada ruralista já ataca também as unidades de conservação, as terras indígenas e quilombolas e a revisão dos índices de reforma agrária. O aumento no uso de agrotóxicos, a ampliação dos limites para a compra de terras por estrangeiros no país e, até mesmo, o enfraquecimento da legislação trabalhista no campo também estão na mira do agronegócio. “A agenda ruralista sempre foi clara. A diferença é que agora encontraram um governo disposto a barganhar com essa agenda”, diz Astrini.
As florestas são fundamentais para assegurar o equilíbrio do clima, a conservação da biodiversidade e o sustento de milhões de pessoas que dela dependem diretamente para sobreviver. No Brasil, essa vegetação é responsável por grande parte das chuvas que irrigam nossas plantações e que abastecem nossos reservatórios de água. Além disso, com o que já temos atualmente de terras abertas, podemos duplicar nossa produção de alimentos sem precisar derrubar mais nenhum hectare de floresta. Há atualmente mais de 30 milhões de hectares de terras degradadas somente pela pecuária improdutiva.
Para assegurar a proteção das nossas florestas é urgente que o Brasil tenha uma lei de desmatamento zero. Essa lei de iniciativa popular já conta com o apoio de quase 600 mil pessoas que assinaram a petição. “O texto escrito pelos ruralistas e aprovado pelo Planalto não traz regras para aumentar a proteção ambiental ou combater o desmatamento. Eles fizeram uma lei para o desmatador. Faremos uma lei pelas florestas.”